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 Regressão de Memória e Hipnose: Mitos e Verdades - Parte 1

:: Osvaldo Shimoda ::

A regressão de memória é feita conscientemente? Vou me lembrar de alguma coisa depois? Como funciona?;
Se você me hipnotizar, vou me lembrar de alguma coisa depois?;
Durante a sessão de regressão, estarei consciente para sair do transe quando desejar?;
Você já teve algum caso em que a regressão teve efeito negativo na vida do paciente?;
Sou Kardecista e a palavra regressão para mim me assusta um pouco, já que nos foi dado o véu do esquecimento do passado para nos ajudar, progredir e amar. Não é perigoso descortinar esse véu fazendo o paciente lembrar suas vidas passadas?.
Estas e outras perguntas são as mais comuns que muitos leitores de meus artigos me fazem, via e-mail.
O grande físico Albert Einstein dizia que é mais fácil quebrar o núcleo de um átomo do que os preconceitos humanos.

Grande parte dessas dúvidas vem da desinformação e preconceito que muitos nutrem acerca da regressão de memória e hipnose. E, obviamente, como tudo o que é desconhecido, gera medo, insegurança e desconfiança.
Por isso, há ainda muitas pessoas que acreditam erroneamente que perderão a consciência do ambiente externo durante o processo regressivo. Esse mito é reforçado pela mídia -em especial pela TV- , quando aparece um profissional hipnotizando uma pessoa que entra em transe profundo, ficando semi ou totalmente inconsciente.
No meu entender, esse tipo de demonstração não acrescenta nada, é inútil, um desserviço à população por realimentar o medo, a descrença e a desconfiança que muitos nutrem a respeito da hipnose.

Ao invés de fazer uma demonstração apenas como uma distração, um entretenimento, um marketing para impressionar as pessoas, o profissional deveria tratar a hipnose de forma séria, mostrando ao público leigo não só o seu real funcionamento, mas os benefícios que o ser humano pode conseguir com essa técnica.
É fato que nesses casos, ao retornar à consciência, à vigília, o hipnotizado realmente não se lembra de nada, ou lembra de alguns fragmentos do que se passou com ele. Mas, talvez o que a grande maioria desconheça é que nem todas as pessoas são suscetíveis a esse grau de aprofundamento hipnótico.
Na minha experiência clínica -após conduzir mais de 8000 sessões de regressão de memória- somente uma minoria de pacientes entra nesse estado profundo de indução hipnótica.

Quem são esses pacientes?
São os que têm os canais mediúnicos bem abertos, aflorados, ostensivos, portanto, bastante suscetíveis à indução hipnótica. Daí a facilidade de trazer suas experiências reencarnatórias com muita vivacidade, nitidez e até mesmo com forte conteúdo emocional. E quando voltam ao estado de vigília e consciência, não recordam de absolutamente nada ou lembram alguns fragmentos do que vivenciaram na regressão de memória. Mas ressalto que é uma minoria de pacientes que entra nesse estado profundo de indução hipnótica. Ressalto também que na terapia a qual eu criei, a TER (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual (ser desencarnado de elevada evolução espiritual, responsável diretamente pelo nosso aprimoramento), não é interessante o paciente entrar num transe mais profundo de indução hipnótica, ficando inconsciente, pois ele precisa estar minimamente consciente, não só para conversar com o seu mentor espiritual e compreender suas sábias orientações acerca da causa e resolução de seus problemas, mas recordar suas existências pretéritas e, com isso, libertar-se definitivamente de seu passado.
Sendo assim, na TRE, a grande maioria tem plena consciência, jamais perde a lucidez do que está sendo dito na sessão de regressão e, por isso, no final, lembra de todo o conteúdo que trouxe em suas sessões de regressão. Mas como trazem suas experiências de vidas passadas se estão conscientes?

Na verdade, entram em estado alterado de consciência, isto é, em alfa (ondas cerebrais - 13 a 8 ciclos p/segundo) ou theta (ondas cerebrais - 7 a 4 ciclos p/segundo), que são estados leve e médio de aprofundamento hipnótico, onde o paciente fica sempre consciente.
Portanto, a grosso modo, podemos classificar a indução hipnótica em 3 níveis de aprofundamento:
a) Leve ou superficial - ritmo cerebral alfa (13 a 8 c/c).
b) Médio - ritmo cerebral theta (7 a 4 c/c)
c) Profundo - ritmo cerebral delta (3,5 a 0,05 c/c).

A diferença entre o transe alfa e theta, é que em alfa, como o paciente está em transe superficial, qualquer barulho externo, por exemplo, a buzina de um carro, o desconcentra, e ele volta para o estado de vigília; já em theta, o barulho externo em nenhum momento o incomoda, pois ele está mais concentrado, em transe hipnótico mais aprofundado. Mas tanto em alfa como em theta, o paciente nunca perde a consciência do ambiente onde se encontra, e somente em delta que ele perde a consciência, ficando semi ou totalmente inconsciente.
Além dos mitos e preconceitos que muitos nutrem acerca da regressão de memória e hipnose, a TER (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual é ainda muito nova, pois foi criada em 2006 (veja em meu site pessoal o histórico de sua criação).
Portanto, são naturais as dúvidas e temores que muitos nutrem em relação a essa terapia, por ainda desconhecerem seu funcionamento, profundidade, bem como os enormes benefícios que ela propicia aos pacientes, em sua maioria.

Muitos espíritas até me dizem que gostariam de passar por essa terapia, mas alegam que têm receio porque ouviram falar que regredir ao passado é perigoso, e que também não é aconselhável por conta do véu do esquecimento do passado, que é um véu de proteção, uma bênção, um presente de Deus, como Kardec, o codificador do Espiritismo, se referiu em O Livro dos Espíritos, Cap.VIII - Esquecimento do Passado, questão 399, página 165: Integrado na vida corpórea, o Espírito perde momentaneamente a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as ocultasse. Não obstante, tem às vezes uma vaga consciência, e elas podem mesmo lhe ser reveladas em certas circunstâncias. Mas isto não acontece senão pela vontade dos Espíritos Superiores, que o fazem espontaneamente, com um fim útil e jamais para satisfazer uma curiosidade vã.

Embora Kardec não tenha especificado em que circunstâncias são possíveis descortinar o véu, tomei a liberdade de inserir a TRE - A Terapia do Mentor Espiritual como fazendo parte da expressão em certas circunstâncias a que ele se referiu em seu livro, pois nessa terapia, o mentor espiritual do paciente, que é um Espírito Superior, nem sempre permite que o mesmo regrida às suas vidas passadas e muito menos para satisfazer sua curiosidade de quem foi no passado.

Mas se o mentor espiritual achar que o único meio para que o paciente se liberte dos entraves de seu passado, certamente irá autorizar que ele vivencie suas experiências traumáticas, causador de seu(s) problema(s); caso contrário, o paciente não irá passar por uma regressão de memória (veja também o meu artigo Todos conseguem regredir a Vidas Passadas? para melhor compreender os 6 perfis de pacientes que vêm ao meu consultório em busca da resolução de seus problemas).

Fica claro, portanto, que essa terapia está em perfeita consonância com o que o codificador do Espiritismo esclareceu em sua obra acerca do descortinamento do véu do esquecimento do passado. Não é por acaso que a TRE é conhecida pela sua brevidade (o mentor espiritual vai direto ao ponto, sem rodeios, pois sabe a causa verdadeira do problema do paciente; daí ser uma terapia brevíssima - 3 sessões de regressão), segurança (jamais o mentor espiritual irá revelar algo que prejudique o paciente) e eficácia (por ser um ser espiritual de elevada evolução, conduz essa terapia com sabedoria e amor).

Caso Clínico:
Homossexualidade


Um paciente veio ao meu consultório querendo entender sua condição homossexual. Desde os 13 anos, sentia atração física pelos homens. No entanto, preferia um amor platônico a ter uma relação sexual com o mesmo sexo, pois não gostava do contato físico, sentia nojo do toque físico. Tinha também medo excessivo de errar e, com isso, ser apontado, criticado pelo seu erro.
Era também muito imediatista, ou seja, quando queria algo e não acontecia de imediato, frustrava-se e ficava profundamente decepcionado e inseguro.
Por fim, queria saber qual era sua verdadeira vocação, seu caminho profissional. Apesar de estar estudando música, sentia-se confuso, não sabendo bem se era esse o rumo que devia seguir.
Após ter passado por duas sessões de regressão, na 3ª e última sessão, assim me relatou: “Vejo uma mulher loira, muito bonita, serena e muito amorosa... Diz que é a minha mentora espiritual”. (pausa).

- Pergunte-lhe de onde vem o seu medo excessivo de errar e ser criticado - Peço ao paciente.
“Ela fala que sou muito fechado, e que não aceito ser contestado.
Fala ainda que fantasio muito as coisas e, quando acontece de forma diferente do que imaginei, perco a confiança porque esse planeta, a Terra, é denso, por isso as coisas não ocorrem de imediato, pois tudo aqui se dá de forma mais lenta.

Na verdade, ela diz que a minha mente é que é rápida, e de onde vim antes de reencarnar, no plano espiritual, as coisas acontecem de forma mais rápida, ou seja, é só pensar que a gente consegue o quer.
Por isso, sou imediatista, pois ainda não aprendi a lidar com as coisas terrenas, e como as coisas não acontecem como imagino, fico frustrado, deprimido e inseguro.
Ela diz também que tenho que ser mais humilde, e que isso não significa ser fraco.

Ressalta que o fato de vir procurar a sua ajuda em seu consultório, no meu caso, foi um grande exercício de humildade”.

- Pergunte à sua mentora espiritual por que você veio na encarnação atual como homem e na condição homossexual?
“Diz que vindo mulher em outras encarnações, fui muito humilhada e não tinha forças, energia para fazer as coisas. Não tinha iniciativa, coragem e determinação. Desta forma, ficava passiva, esperando que alguém fizesse por mim. Esclarece que ainda hoje não saí dessa passividade que trago como mulher, em que fui por várias existências passadas. E que isso está bloqueando hoje a minha energia masculina. (pausa).
Vejo agora uma fazenda... um homem jogou uma mulher pela porta, e ela caiu no chão de terra”.

- Quem é essa mulher? - Pergunto ao paciente.
“O homem sou eu, e essa mulher é a minha esposa de uma vida passada... A minha mentora espiritual me mostrou essa cena para eu entender que em todas as encarnações que vim como homem era muito grosseiro, humilhava e destratava as mulheres; por isso, nas vezes que vim como mulher, fui muito humilhada também.

Fala ainda que, em algumas encarnações como homem, era também muito rico e humilhava as pessoas mais humildes, pois era muito arrogante. Já como mulher, era muito submissa, passiva, sempre esperando que as pessoas fizessem por mim.
Ela fala que vim na vida atual, desta vez, na condição homossexual para balancear, equilibrar os dois sexos. Afirma que se viesse na encarnação atual como mulher, iria voltar a ser passiva, dependente e ser humilhada. E se viesse na condição heterossexual, iria repetir os mesmos erros de outras encarnações, sendo grosseiro, humilhando e destratando as mulheres.

Por isso, vim na vida atual como homossexual para equilibrar as duas condições sexuais em mim. Mas fala para não me preocupar com isso e, sim, focar na minha verdadeira missão”. (pausa).

- E qual é a sua missão? - Peço ao paciente para perguntar à sua mentora espiritual.
“Diz que não é para procurar fama porque se ela vier será conseqüência do meu trabalho. Revela que a minha missão é continuar com a música, desenvolver o meu dom musical, levando alegria às pessoas. Mas para isso, preciso me focar mais nessa missão porque ainda estou muito disperso. Ou seja, preciso ter mais disciplina e determinação. Afirma que a espiritualidade me escolheu para essa missão porque sabe que sou capaz. Pede para não sentir mágoa por ter sido mandado para a Terra, pois eu não queria reencarnar, queria ter ficado no Astral.

Esclarece que o reencarne é necessário para a evolução do ser humano, que não posso relaxar no meu aprendizado nessa jornada. Pede também para confiar nela, pois está sempre me ajudando, amparando para que possa me aprimorar como espírito em evolução. (pausa).
Agora ela está se despedindo, me agradece, fala que daqui para frente como ela me revelou o que tinha que saber, vou seguir mais confiante. Ela me beija... está indo embora”.

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