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 Mentor Espiritual: Qual o papel dele em nossas vidas?

:: Osvaldo Shimoda ::

Diferentemente do que muitos imaginam, o papel do(a) mentor(a) espiritual não é o de proteger o seu pupilo, mas de ensinamento e de orientação espiritual. Não é à toa que na TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim, é muito comum nas sessões de regressão quando o paciente pergunta ao seu mentor espiritual desde quando é o seu orientador espiritual, ele responder: Desde sempre, desde a eternidade; De seis gerações (vidas passadas) para cá; Desde que você estava no útero de sua mãe nesta vida.

Após receber as sábias orientações de seu mentor espiritual acerca da causa de seus problemas e sua resolução, é também comum o paciente me perguntar se ele é o único pupilo de seu mentor espiritual.
A resposta é não, pois nosso mentor espiritual costuma ter um rebanho de pupilos sob sua responsabilidade para nos orientar e nos amparar.
Mas é importante ressaltar, que embora tenhamos sempre um mentor espiritual que nos escolheu por afinidade e sintonia, podemos ter também alguns ou vários mestres de luz como mentores espirituais.

Chico Xavier é o maior exemplo disso: Emmanuel era o seu mentor espiritual, mas outros seres de luz o orientavam e o guiavam em seus trabalhos mediúnicos. Mas esses seres espirituais trabalhavam com o médium sempre sob a supervisão de Emmanuel.
Quando uma pessoa tem mais de um mentor espiritual, eles dividem as responsabilidades, cada um respondendo por uma determinada lição, aprendizado do pupilo.
Como tudo no universo está em constante expansão e evolução, os mentores não fogem da regra, eles também estão em evolução. Por isso, não sabem de tudo, e estão empenhados em aprender e aprimorar seus conhecimentos para melhor amparar seus pupilos.

Há mentores espirituais aprendizes, que estão aprendendo na difícil tarefa de guiar e orientar seu protegido. Daí eles terem também um mentor espiritual, um supervisor para orientá-los melhor.
Um mentor espiritual está sempre disposto a nos amparar e orientar, mas ele pode se afastar de nós quando suas recomendações não forem seguidas, quando percebem que seus conselhos foram inúteis ao enveredarmos no caminho da erraticidade. Mas eles não nos abandonam por completo, podendo se reaproximar caso retornemos ao caminho do bem.

Não é por acaso que os mentores espirituais ficam contentes quando os pacientes - em sua maioria - intuídos por eles a virem a essa terapia, a TRE, retomam o seu verdadeiro propósito de vida, seu verdadeiro caminho.

Caso Clínico:
Por que não consigo engravidar?
Mulher de 30 anos, casada.


A paciente me procurou porque não conseguia engravidar, apesar de ter feito vários tratamentos de fertilização. Seu marido sofria de azoospermia (ausência total de espermatozóides no sêmen ejaculado). O outro motivo que a trouxe ao meu consultório eram os fortes atritos com a sogra que não aceitava que seu filho casasse com ela.
Depois de casada, chegou a cogitar se separar do marido, por conta da interferência dela em seu casamento. Atualmente, embora não tivesse mais atrito com a sogra, seu relacionamento era distante com ela. Queria saber também se estava na profissão certa(ela era policial ) porque tinha medo de arma de fogo. Isso gerava problemas em seu trabalho, pois ficava protelando, inventando desculpas, adiando o treinamento de arma de fogo necessário à sua função.
Por fim, queria saber qual era o seu verdadeiro caminho espiritual (havia freqüentado umbanda, kardecismo, seicho-no-ie, mas não se encontrava em nenhuma religião), e por que sempre teve problema na clavícula do ombro esquerdo? (apesar de se submeter a várias sessões de fisioterapia, a dor persistia).

Após passar pela 1ª sessão de regressão, na 2ª sessão, ela me relatou: Vejo-me de braços dados com uma mulher... Somos amigas. Usamos um chapéu e vestido longo, de época. É uma vida passada. A gente caminha para uma praça e lá tem um grupo de rapazes. A minha amiga está interessada por um desses rapazes...
Parece que ele também está interessado nela, percebo uma cumplicidade entre os dois. Sinto inveja deles. Há outros rapazes, mas não me interesso por nenhum. (pausa).
Agora me vejo casando com aquele rapaz que a minha amiga estava interessada. Ela está no fundo da igreja chorando. Não sinto o menor remorso. (pausa).

- Vai prosseguindo nessa cena - Peço à paciente.
A minha amiga diz que o roubei dela. Mas falo que eles não chegaram a namorar. Na verdade, usei a minha inteligência para conquistá-lo. Ela me diz que sentia amor por ele, e que o fiz infeliz porque não gostava dele. Ele me admirava, gostava de mim, mas não tivemos filhos, pois eu era muito vaidosa. Ela está afirmando que roubei a felicidade dele porque ele queria ter filhos, sonhava em constituir uma família. (pausa).
Vivemos juntos, mas me tornei uma pessoa amarga, sem vontade de viver. Ela me diz que eu aniquilei o sonho dele, que se ele tivesse sido dela, a vida dele teria sido bem diferente, e eu teria encontrado uma outra pessoa. (pausa).

- O que aconteceu com a sua amiga nessa vida passada? - Pergunto à paciente.
Ela acabou se casando com outro homem... Dr. Osvaldo, a impressão que tenho é que essa amiga é a minha atual sogra, e o marido dela é o meu sogro de hoje. (pausa).
Sinto um peso no corpo todo... Eu morri, estou sendo enterrada.

- Veja o que aconteceu com você após sua morte física?
A minha amiga (sogra da vida atual) está presente no meu enterro, sente-se feliz por eu ter morrido. (pausa).
Sinto muita dor no ombro, na clavícula... É a mesma dor que sinto hoje... Acho que levei um tiro. (pausa).

- Quem atirou? - Pergunto à paciente.
Foi o meu marido dessa vida passada. A gente discutiu... Ele diz que nunca gostei dele, que não quis dar filhos para ele, e que só gostava de passear, chamar atenção dos homens. Não dou a mínima do que ele está falando... Ele pegou uma arma, tentou me defender desesperadamente, mas não teve jeito. Ele me dá um tiro, eu caiu, e na queda, sinto muita dor no ombro e no pescoço.
Arrependido, ele se debruça em cima de meu corpo, chorando muito, pede perdão pelo que fez. Eu morro ali mesmo... Agora me vejo fora de meu corpo, custo a acreditar que ele fez isso comigo.
Um homem (espírito socorrista) vem me buscar, é um velhinho, cabelos grisalhos, usa uma túnica branca. Ele me tira do túmulo e me leva para um lugar... Parece um hospital, uma casa de recuperação (a paciente estava descrevendo o hospital do astral). Sinto ainda muita dor no ombro, na clavícula. O velhinho fala que vou me recuperar... Agora ele se afastou. (pausa).

Fiquei muito tempo nesse hospital, a dor passou, tomei muitos passes nessa região. É um lugar muito bonito, tem grama verde, banquinhos debaixo das árvores. Vejo muita gente sentada na beira de um lago, todos são muito gentis e serenos. Estou encostada na sombra de uma árvore sozinha, sinto-me bem, mas não quero lembrar do que aconteceu comigo quando em vida”.

Na 3ª e última sessão de regressão, a paciente me relatou: “Vejo um homem alto, branco, semblante sereno, está sentado num banco de um jardim. É um lugar bem calmo e sereno (ela estava descrevendo o jardim do astral).
Ele fala que é o meu mentor espiritual, que já esteve me amparando em outras ocasiões da minha vida atual”.

- Pergunte ao seu mentor espiritual por que você e o seu marido não tiveram filhos ainda?
“Ele responde que isso só depende de mim porque estou indecisa em ter filhos com o meu marido”.

- Pergunte-lhe o porquê dessa indecisão?
“Revela que tenho uma dívida em ter um filho com o meu marido. Revela ainda que preciso finalizar um ciclo entre nós - que começou naquela existência passada - onde ele tirou a minha vida. Por isso, quando penso em ter um filho com o meu marido, sinto dor na clavícula. (pausa).
Estou perguntando ao meu mentor espiritual como posso ter um filho de quem tirou a minha vida? (paciente fala chorando).
Ele diz que o meu marido gosta muito de mim, que foi um gesto impensado, de desespero, quando ele tirou a minha vida naquela vida passada, mas que tenho que perdoá-lo para que possamos nos libertar das amarras desse passado. Falo para o meu mentor espiritual que quero ser mãe, mas não com o meu marido. Ele assegura que o meu marido vai ser um bom pai, que tenho que confiar nele. Digo que gosto dele, mas não sinto amor por ele”. (pausa).

- Pergunte ao seu mentor espiritual se ele tem mais algo a lhe dizer?
“Esclarece que fui eu que escolhi no astral me reencontrar com o meu marido, casar com ele para tentar sentir amor e perdoá-lo.
Esclarece ainda que vou ter que decidir se fico com o meu marido, se vou ter filho com ele ou não. Mas qualquer decisão que venha a tomar, afirma que o meu marido vai respeitar. (pausa).
A dor na clavícula está muito forte (paciente fala gemendo). Ele explica que a dor é porque não o perdoei ainda, e que se ficar remoendo a lembrança do que ele fez comigo naquela existência passada, vai continuar doendo, mas se perdoá-lo, irá desaparecer.
Diz que sou inteligente, porém, teimosa, e que me espera para realizar um trabalho mediúnico no centro espírita onde freqüentava; adianta, porém, que não vou permanecer lá por muito tempo. Fala que devo retornar a esse centro porque foi lá que tomei contato com a doutrina kardecista e despertei todo o meu interesse em estudar, em querer compreender a alma humana.
Fala ainda que sou muito afoita, que preciso domar a minha impaciência. Afirma que o trabalho mediúnico que vou desenvolver nesse centro espírita é para ajudar os encarnados e desencarnados, que depois vou procurar um outro lugar, e que saberei aonde, mas no momento oportuno.
Ele me orienta que vou precisar estudar o comportamento humano para ajudar as pessoas. Diz que se eu quiser mudar de profissão, voltar para a área jurídica como advogada (a paciente era formada em direito e ciências contábeis) vou fazer um trabalho bonito, mas que preciso me preocupar menos com a remuneração e mais com a satisfação pessoal.
Afirma que vou ser bem sucedida em qualquer carreira, mas que tenho que buscar àquela que me dá mais satisfação, que preciso corrigir a minha vaidade, arrogância, orgulho, a impaciência e aprender a perdoar.
Fala que venho repetindo tudo isso em outras encarnações, mas que a tendência a não perdoar desenvolvi após essa vida que levei um tiro, perdendo a vida. Fiquei muito decepcionada. Diz que mesmo quando era pobre em outras vidas, era orgulhosa, mas que todos esses defeitos já foram atenuados na vida atual. Pede para sorrir, brincar mais porque já fui muito brincalhona, mas após algumas decepções amorosas, acabei me fechando.
Pede também para que eu e o meu marido façamos um trabalho voluntário em uma creche, dar carinho, ter contato físico com crianças”.

- Pergunte-lhe por que o seu marido sofre de azoospermia?
“ Ele era muito severo com os filhos numa outra existência, castigou tanto um deles, que acabou matando-o. Por isso, hoje ele veio com esse problema de infertilidade. (pausa).
O meu mentor espiritual está dando um passe em minha clavícula, fala para perdoar o meu marido, que vai ser muito importante, pois ele será uma pessoa com a qual vou poder contar para tudo, que vamos aprender a ser amigos.
Diz que eu tenho muitos degraus para subir na vida espiritual, que o meu marido por ser incrédulo em relação à espiritualidade, os degraus dele são ainda maiores e mais numerosos. Fala que essa etapa de tratamento já encerrou, mas que no futuro, quando for o momento, saberei se terei que retornar a essa terapia. Agora, ele está se despedindo, indo embora”.

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